Apanhados da semana #2

apanhadosdasemana2

Olá! Tudo bem com vocêzinho? Espero realmente que sim ❤

Resolvi criar uma nova categoria por aqui ❤ No último post, comentei sobre alguns assuntos que tinha visto ao longo daquela semana e como gostei muito do resultado e de compartilhar/comentar determinadas coisas relevantes que a gente vê por aí, decidi que todo post desse tipo se chamará “Apanhados da semana”. Meio falta de criatividade? Sim, eu sei. Mas eu gostei, então deixa quieto.

Bom, não posso garantir que toda semana terá post nesse estilo, por conta de tempo, semana atarefada e esse tipo de coisa, mas também porque podem ter semanas que não teve nada de interessante, né? E, como diz o nome, é um “apanhado”, então precisa ter pelo menos umas 3 coisas para comentar, certo? 🙂

Então chega de enrolação! (Já adianto que esse post vai ser longo)

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Alguns assuntos importantes…

Novos modelos de Barbie

Todo mundo conhece o modelo tradicional da Barbie. Loira de olhos azuis. Magra. Estatura mediana. E há vários modelos nas prateleiras das lojas, a veterinária, a na sua casa de praia, a ginasta… Mas, espera. Quem de nós pode realmente se identificar com ela?

Tudo bem, ninguém disse que você precisa se reconhecer em uma boneca, porém, contudo, entretanto, todavia, isso faz muito mais diferença na cabeça das meninas e dos meninos quando estão crescendo (e até mesmo depois) do que a gente imagina. Coerções estão por todos os lados: as capas de revista, as propagandas mostrando corpos “maravilhosos” e a protagonista do filme exatamente “do jeito tradicional”.

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Sobre o monstro dentro de cada um de nós

(Clique no post para ver a imagem // Fonte // Anime: Kyoukai no kanata)

Eu sei, você sabe, ele vive dentro de cada um de nós. Às vezes, o poder dele é mais forte, às vezes, mais fraco.

Às vezes, ele se esconde. Às vezes, ele ataca com força total.

Às vezes, ele nos dá umas cutucadas que, mesmo sendo pequenas e algumas pessoas não percebendo, vai enchendo a gente de buracos até que não aguentemos mais…

“Será que essa roupa fica bem em mim?”

Só está fazendo você parecer mais gorda.

Está fora de moda.

Isso não combina com você.

“Mas eu gostei dela, e acho que ficou bem em mim”

Não importa, nada disso importa. Nada disso está acima da moda e do que as pessoas irão achar.

“O que as pessoas vão pensar desse meu cabelo?”

Que estúpida, por que você fez isso? Eu gostava tanto de como ele era antes…

Você vai mesmo sair assim para o mundo? 

“Será que eu devo fazer isso? Será que não é estranho?”

É estranho.

Parabéns. Você fez tudo errado de novo.

“Talvez eu não devesse fazer todas essas coisas mesmo…”

É difícil de fugir dele, é necessário confessar. Sua presença é contínua, sempre com a gente, desde quando viemos à esse mundo…

Mas nada é impossível.

***

As pessoas geralmente não dão muito valor para isso, mas eu realmente acredito que o maior inimigo que podemos ter somos nós mesmos, acreditem. Assim como nós temos a capacidade de sermos nossos melhores amigos, também podemos ser nossos piores vilões. Você é a pessoa que se conhece melhor, que sempre esteve com você (Soa estranho? Mas é a verdade, não é?). A pessoa que sabe de todos os seus segredos, de todas as suas falhas, de todos os seus micos, de todos os seus erros, de todos os seus momentos de idiotice, lerdeza….

Porém, nós também somos os que mais conhecemos nossas qualidades, no que somos bons, o que gostamos de fazer. Nossos gostos, nossos desejos, nossos sonhos de vida. E tudo isso nos traz uma perspectiva muito boa de que, afinal, talvez nós possamos conseguir tudo o que queremos.

Assim como várias coisas da nossa vida, cabe a nós decidir qual lado iremos deixar tomar conta. Eu sei, eu sei, mesmo depois de feita essa escolha (que realmente espero que seja a que eu desejo para todos, porque ninguém merece que aquela vozinha chata e irritante tome controle dentro de nós), é bem difícil fazê-la calar a boca.

Acho que o mais essencial é se concentrar. Concentrar-se nas coisas boas, esquecer as coisas ruins (ou aprender com elas, o que é muito mais eficiente). Ao invés de pensar naquele erro estúpido que você cometeu na frente de alguém, por que não pensar nos momentos felizes que você já passou, nas coisas boas que já fez no lugar?

Há aqueles também que aprendem a converter a situação. Que riem de si mesmos, que tornam tudo como se fosse uma brincadeira, mas que veem, também, uma nova tentativa de dar certo a cada dia. É uma possibilidade.

Além disso, pensa aqui comigo: Podemos dizer que grande parte da sociedade já cumpre esse papel de nos julgar, de debochar de nossos erros, de nos colocar para baixo por coisas mínimas que tenhamos feito. Você vai mesmo dar mais esse poder para essas pessoas? Vale mesmo a pena? Ou você prefere deixar esse trabalho para eles e apenas continuar vivendo seus dias ao máximo e sendo feliz?

Às vezes, é muito mais fácil do que a gente imagina…Basta…entrar em acordo consigo mesmo 🙂

Leia também:

Como dar um “cala boca, meu!” nessa voz aí dentro da sua cabeça

Desta vez…

Desta vez, eu serei mais ainda mais forte. Desta vez, eu realizei meus maiores sonhos. Desta vez, eu deixarei aquelas lágrimas rolarem. Desta vez, eu rirei à toa. Desta vez, eu direi tudo o que se passa na minha cabeça. Desta vez, eu não ignorarei o que é mais importante. Desta vez, eu impedirei as injustiças. Desta vez, eu espalharei o amor. Desta vez, eu criarei boas memórias.

Desta vez, eu serei eu mesma, sem me importar com o que os outros vão pensar.

Desta vez, eu destruirei os ciclos de ódio.

Desta vez, desta vez, desta vez…

Desta vez, eu continuarei inspirando e surpreendendo as pessoas, inclusive a mim mesma.

Desta vez, eu cumprirei com minhas promessas.

Desta vez, eu farei esse ano digno de ter passado.

YONA

(Imagem)

***

Um jeito um pouco diferente de dar um feliz ano novo para vocês 😉 Que os seus sonhos e muito mais se realizem nesse novo ano. E lembre: quem faz o ano incrível é você, a maneira com que vê o que passou 🙂

Leia também: Como começar o que a gente ainda não começou

Nesse ano, eu aprendi que…

…energias negativas só atraem energias negativas.

Ou seja, não faz a menor diferença. Se é para fazer uma coisa a respeito ou ficar se remoendo por dentro relembrando de todas as coisas que deram errado ou pensando nas possibilidades de que elas venham a piorar, escolha fazer alguma outra coisa (ou pelo menos tentar).

…mas energias positivas fazem.    

Podem me julgar, mas acho que esse ano aprendi que, com a alma em paz, as coisas começam a se ajeitar. Talvez não de um jeito ou na velocidade que você espera, mas se ajeitam, garanto para vocês ❤

…há pessoas dignas da sua atenção.

Não importa quem seja, existe sempre alguém (ou momentos com essas pessoas) que faz com que tudo acabe valendo a pena no final ❤

…às vezes, é melhor deixar sua mente vazia do que cheia de pensamentos.

Isso meio que complementa a coisa dos pensamentos negativos. Muito melhor manter sua mente limpa do que cheia de pensamentos negativos.

…mudanças fazem bem.

Uma das minhas metas para esse ano de 2015 era fazer coisas diferentes, inovar, me arriscar e, apesar de algumas coisas terem se mantido (o que não necessariamente é ruim), acho que consegui me concentrar em me permitir fazer mais coisas que eu queria, não ficar apenas na mesmice, experimentar coisas novas. O que tenho a dizer sobre isso? Que valeu muito a pena, claro 🙂 E espero que isso se mantenha pelos próximos anos da minha vida *-*

fireworks

(Imagem)

…se dedicar ao que você gosta também.                                        

E espero que essa certeza continue dentro de mim para o resto da minha vida. O blog está incluído nisso, aliás, desde a sua criação ❤

…que eu sou capaz de muito mais coisas do que eu imagino.

Sabe aquela coisa de ver para crer? Então, foi mais ou menos isso o que eu vivenciei no mês de Novembro quando participei do Nanowrimo (e contei um pouco de como foi minha experiência aqui). E sabem de uma coisa? Eu consegui escrever mais de 50 mil palavras em um mês. Tudo bem, as coisas não foram fáceis, não consegui escrever todos os dias (fiquei uns três dias sem escrever, mais por correria mesmo), mas o importante foi que eu consegui. E tem mais: não só escrevi loucamente toda essa quantidade de palavras como também consegui terminar a minha história (ou pelo menos por enquanto, mês que vem/ano que vem é mês de revisão) na metade desse mês. Imagina só a minha felicidade e realização depois disso.Foi incrível, sério, eu podia fazer um post só falando sobre isso, mas vou poupar vocês haha

…há muito mais por trás do que a gente imagina.

Claro que eu já desconfiava disso antes. Aliás, para ser sincera, faz parte do meu “estilo de ser” tentar julgar as pessoas o mínimo possível, quebrando esse ciclo de ódio e críticas destrutivas que as pessoas cismam ainda em ter. Mesmo assim, não posso negar que às vezes escapa. Acho que quem leu esse post meu vai entender do que eu estou falando.

Esse foi um post mais pessoal, envolvendo um pouco as minhas metas para esse ano, e dando dicas também sobre o que a vida me mostrou nesses 12 meses. Claro que a quantidade de pequenas coisas que pude vivenciar e aprender esse ano é muito grande para caber em um post só, mas tentei resumir o máximo possível 🙂

Alguns meses foram bons, outros nem tanto, mas uma coisa é certa, é preciso ver a vida de um jeito diferente, de um jeito mais leve, ou podemos todos acabar loucos ❤ (se é que já não somos haha)

 

 

Levanta essa cabeça, menina

(Clique no post para ver a imagem / Imagem: Fonte)

Levanta essa cabeça, menina, você não precisa da aprovação dos outros. Levanta essa cabeça, porque você é linda mesmo sem saber disso ainda. Levanta essa cabeça, porque você não só pode, como deve ser feliz. Levanta essa cabeça, porque tudo isso um dia irá valer a pena. Levanta essa cabeça, porque nada dá certo se você não tentar de verdade. Levanta essa cabeça, porque a vida é cheia de surpresas.

Levanta essa cabeça, porque a paz e a felicidade podem estar mais perto do que você imagina.

Levanta essa cabeça, porque ninguém é perfeito nesse mundo. Todo mundo sofre, todo mundo grita, todo mundo chora, todo mundo se sente inútil de vez em quando.

Não deixe essa escuridão, esses sentimentos e pensamentos negativos tomarem conta de você.

Levanta essa cabeça, menina, porque a vida lhe espera e reserva muita coisa para você.

shigatsupost

(Fonte / Anime: Shigatsu wa kimi no uso – indico muitíssimo, aliás, para quem quer descobrir o real valor da vida)

“As estrelas só brilham de noite”

Tudo parece tão cinza

(Imagem: Fonte)

Pelo jeito, a previsão do tempo havia errado mais uma vez. Naquele dia, as nuvens cobriam o céu, deixando o azul que eu gostava para trás.

Tudo parecia tão cinza, as pessoas pareciam sem vida. Onde estavam os abraços calorosos, os encontros inesperados, os sorrisos sem aviso prévio, a vontade de correr pela sua vida? O amor parecia fazer falta. Tudo o que eu via eram passos apressados, empurrões de corpos e rostos desanimados.

Era mais um dia de aula, mais um dia de trabalho, mais um dia cinza.

Onde estavam as coisas que faziam diferença na nossa vida? Onde estava toda aquela agitação que aparecia nos filmes? Qual era o propósito de vida das milhares de pessoas que eu encontrava todos os dias? Não sabia e talvez nunca saberia pelo resto dos meus dias.

Todos parecem tão iguais nessas horas, mesmo meu coração ficando apertado indicando que esse pensamento é errado. Nessas horas, às vezes, até a mente parece apoiá-lo. É claro, não fazia sentido. “Se fossem todos iguais, existiria apenas um, e não vários”.

Talvez todos sejamos apenas variações da mesma coisa. Como aquelas palavras que são sinônimos, mas que, no final, querem dizer mais ou menos a mesma coisa, possuem o mesmo significado. Mesmo assim, as pessoas continuavam usando-as.

Não que eu não gostasse das variações. Pelo contrário, achava elas ótimas, pois nos mostrava que as coisas não precisavam ser apenas do jeito que a gente via ou do jeito que os outros achavam mais convencional.

Mas…Se éramos variações, onde estavam as diferenças?

***

E você, vai continuar com a sua vida cinza ou vai passar a colorir os seus dias?

Sofrer por amor virou uma fraqueza?

(Clique no post para ver a imagem / Fonte)

Eram 19h. Estava em casa deitada na cama, sem nada para fazer. O que eu poderia fazer? Estava chovendo desde manhã e, por isso, não pude ir com meus amigos até o parque mais próximo de casa.

E agora lá estava eu, totalmente entediada. Tudo o que eu fazia para tentar me distrair era mexer no meu celular, checando as redes sociais.

Mas eu sabia que, mesmo numa situação dessas, eu estaria bem longe, fazendo outra coisa (provavelmente bem mais divertida do que ficar em casa), mas os tempos haviam mudado. Havia um motivo para eu ter convidado meus amigos para saírem comigo, mesmo depois de tanto tempo.

Numa hora daquelas, eu estaria passando meu tempo com aquela pessoa e provavelmente sorrindo. Nós provavelmente estaríamos passeando por aí juntos debaixo de um grande guarda-chuva que suportasse nós dois sob seus cuidados (ou talvez, nem tão grande assim…) ou até mesmo vendo filmes debaixo de um cobertor quentinho, comendo pipoca e tomando chocolate quente preparados por ele.

Como eu sentia saudades de tudo aquilo…

Mesmo sem ter chorado, mesmo sem ter demonstrado sequer uma única emoção, as pessoas mais próximas de mim sabiam o que estava acontecendo. “Como você é forte”, algumas delas diziam depois de entenderem.

Mas a verdade, a grande verdade, era que a última coisa que eu me sentia era forte. Todo mundo parecia achar que eu já havia superado, que aquilo eram águas passadas, como sempre fora para mim.

Porém, daquela vez, havia sido diferente. Acho que eu finalmente entendi o que é “mergulhar completamente” em uma relação com alguém. E olha como eu estava agora, totalmente perdida. Eu tinha consciência de que era perda de tempo lembrar dos velhos tempos e continuar desejando que aqueles momentos felizes pudessem se repetir mais uma vez, nem que fosse pela última vez. Mesmo assim, não conseguia evitar essas emoções, esses sentimentos tão intensos que estava sentindo…

Agora eu era como um poço vazio, tudo aquilo pelo que eu prezava, tudo aquilo que eu queria proteger parecia ter sido tirado de mim, mesmo depois de tanto trabalho. Nosso término não havia sido nada dramático ou coisa do tipo, mas talvez mais como uma separação necessária… Eu tentei argumentar, eu tentei dizer que poderíamos superar aquilo juntos, mesmo que parecesse a coisa mais impossível do mundo…

Mas meus esforços foram em vão, pois ele já estava decidido com a sua escolha e podia perceber pelo seu olhar naquele dia que nada, nem mesmo eu, poderia mudar isso.

“Como é frágil o amor…”, pensei, e logo depois tive a ideia de publicar isso em uma rede social, mais especificamente, no instagram. Eu sabia que aquele tipo de coisa poderia não ser muito comum no feed das pessoas, mas eu sabia também que estava cansada de esconder minhas emoções, de agir como se fosse um robô idiota sem sentimentos, quando, na verdade, a situação era justamente o contrário.

Eu estava cansada de negar o que eu realmente sentia.

Tudo bem, agora só precisava de uma foto… Vasculhei meu quarto com os olhos procurando alguma coisa que pudesse servir, mas que não fosse muito óbvio (como a pelúcia que ele havia me dado no nosso primeiro ano de namoro e que, precisava confessar, eu ainda apertava toda noite enquanto dormia).

Até que pude sentir uma rosa vermelha em um vaso de vidro em cima da minha mesa pedindo por atenção. Seu vermelho me lembrava do pulsar de meu coração quando eu o encontrava ou do toque das suas mãos junto às minhas.

Achei aquilo perfeito e tirei a foto. Tudo bem, não era uma declaração explícita do que estava dentro de mim, mas sabia que as pessoas que mais me conheciam iriam entender o que eu queria dizer.

Depois de mais alguns minutos, publiquei e esperei para ver como seria a reação das pessoas, enquanto continuava atualizando meu feed de 5 em 5 minutos.

Para a minha surpresa, as notificações demoraram muito mais do que o normal para aparecerem (imaginei que as pessoas que me seguiam estivessem ocupadas. Não poderia culpá-las também, afinal, era uma sexta-feira de noite), porém, quando finalmente apareceram, percebi que não eram coisas tão boas assim.

Logo percebi comentários do tipo:

Nossa, desde quando você é tão melosa?

Não me lembrava que você era tão sentimental assim.

Coitada parece que ainda não superou.

Que tipo de pessoa ainda sofre por amor nos dias de hoje? Isso é tão brega!

O que era aquilo? Algum tipo de brincadeira? Eu era melosa, sim, mas e daí? Não podia? Onde estava escrito que eu não poderia assumir minha posição como ser humano por acaso?

Os comentários continuaram por mais meia hora. Enquanto isso, algo dentro de mim continuava a crescer, cada vez mais e mais.

Até que escrevi:

Vocês não entendem? Mesmo quando eu estou sofrendo, mesmo quando estou fazendo o máximo que posso para suportar todas essas emoções, vocês ainda me criticam? O que há de errado com vocês?

Querem saber? De qualquer forma, eu não ligo. Eu não ligo, pois já cansei de passar tanto tempo esperando que alguém notasse as minhas lágrimas, o meu remoer por dentro, que alguém oferecesse sua ajuda, suas palavras, dizendo: “Eu sei muito bem o que você está sentindo…”, mas quem disse que isso aconteceu?

Mesmo depois disso, a discussão continuou, parecendo não ter fim… Mas nem liguei, desativei as notificações para aquela publicação de uma vez e resolvi ligar a televisão para assistir algum filme. Eu já havia me pronunciado e não me importava o que as pessoas viessem a dizer da minha vida. Se não entendiam a minha situação, era melhor que se calassem de uma vez.

Porque, afinal, quem havia dito que sofrer por amor virara uma fraqueza?

Por que temos tanto medo de mudar? 

(Clique no post para ver a imagem / Fonte)

Eu sei, você também tem esse medo, não adianta fingir, não adianta negar, não adianta esconder.

Talvez isso seja uma coisa do ser humano. Talvez.

Por que temos tanto medo de mudar?

Às vezes, nem importa qual o tamanho dela, mas nós temos medo. Temos medo que tudo acabe piorando. Medo de nos decepcionar, mesmo que por uma coisa banal.

Medo de descobrir que aquele shampoo novo não era tão bom quanto o outro. Que a vizinhança da nova casa era, na verdade, muito barulhenta. Que a faculdade dos nossos sonhos não era tão maravilhosa assim. Que aquela pessoa que você achava super previsível agora não se mostra mais tanto assim. (Fala sério, quem um dia acreditou que o ser humano é um ser previsível, em primeiro lugar? Me desculpe, mas espero que você tenha aprendido)

Medo de que as coisas mudem, medo de que fiquemos ultrapassados, medo de que fiquemos “para trás” na vida.

E isso não pode acontecer, não é mesmo?

Será que é por isso que ainda há pessoas que todo ano compram a nova versão do I-phone (seja lá em qual número ele estiver) mesmo que o salário mal dê para fazer aquela compra do mês ou mesmo que o nosso aparelho ainda esteja em plenas condições? Mesmo que, no fundo, não seja nada de mais?

Acho que nós temos tanto medo das coisas não acontecerem como a gente espera que ficamos nos remoendo e sofrendo e nos acanhando antes mesmo da mudança em si ter a oportunidade de acontecer.

Às vezes, as pessoas irão falar sobre uma mudança que houve em você, por menor, por mais boba que ela possa parecer. Às vezes, as pessoas reparam. Tem vezes que elas acham boa, tem vezes que acham ruim e comentam quando você não está por perto. Tem vezes que elas fingem que foi boa só para não agredirem sua própria imagem. Para não parecerem grossas (ou seria verdadeiras?).

Às vezes, essas pessoas são muito queridas para a gente.

Mas não ligue. Afinal, a mudança aconteceu dentro de você não é mesmo?

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(Fonte)

“Seja a mudança que você quer ver nos outros”

O que seria a mudança em nós, então, além de um indicador de nossa personalidade, de nossos desejos, anseios, vontades guardados bem lá no fundo?

Ao mesmo tempo, o que seria de nós sem as mudanças?

E o que seria de nós sem o medo das mudanças dentro de nós?

Porém ninguém disse que esse medo era ruim. Pelo contrário, é ele que instiga e faz com que nós continuemos mudando.

Que nós continuemos andando.

E quem disse que eu preciso da sua aprovação?

(Clique no post para ver a imagem / Imagem: Fonte)

E quem disse que eu preciso da sua aprovação?

Tudo bem, eu já entendi que você acha a minha roupa, meu cabelo, meu corpo feio. Mais algum comentário? De qualquer modo, não importa.

Não importa, porque eu acho bonito, eu gosto dele assim. Não importa, porque se você não gostou, é só não usar, não cortar, não pintar, não mexer, não fazer a mesma coisa.

Vai mesmo discutir o conceito de beleza? Achei que todo mundo já tinha entendido que beleza é relativa e que ela está nos olhos de quem vê. Ninguém precisa da aprovação de ninguém além de si mesmo para vestir ou usar o que quiser.

Me desculpe se eu não estou de acordo com a moda, com o que você acha bonito nela. Me desculpe se eu “não sei” combinar as coisas, se eu pareço uma desleixada por deixar meu cabelo “bagunçado”, por usar roupas largas, por vestir o que eu gosto.

Peraí? Por que eu estou me desculpando? Eu não fiz nada para ter que me desculpar.

Eu estou apenas construindo a minha própria imagem da beleza, sendo bonita do meu próprio jeito, do jeito que eu gosto, do jeito que eu aprovo.

Entendeu agora?

Ótimo. Agora me deixa em paz.

beautiful.jpg

(Fonte)

Ainda não se convenceu? Leia também:

Por que eu uso o que quiser usar

Corpão