Alguns assuntos importantes…

Novos modelos de Barbie

Todo mundo conhece o modelo tradicional da Barbie. Loira de olhos azuis. Magra. Estatura mediana. E há vários modelos nas prateleiras das lojas, a veterinária, a na sua casa de praia, a ginasta… Mas, espera. Quem de nós pode realmente se identificar com ela?

Tudo bem, ninguém disse que você precisa se reconhecer em uma boneca, porém, contudo, entretanto, todavia, isso faz muito mais diferença na cabeça das meninas e dos meninos quando estão crescendo (e até mesmo depois) do que a gente imagina. Coerções estão por todos os lados: as capas de revista, as propagandas mostrando corpos “maravilhosos” e a protagonista do filme exatamente “do jeito tradicional”.

A maior parte de nós aqui, eu acredito, não possui essa fisionomia padrão da Barbie, então como é que a gente fica? Somos obrigados a brincar com bonecas que não nos representam? Que instituem (mesmo que indiretamente) que aquele modelo deve ser apreciado e até mesmo seguido? Pois é, era exatamente isso que acontecia até agora. Até agora.

Porque a Mattel (a empresa criadora da boneca) resolveu fazer novos modelos de Barbie o// São quatro tipos de corpo, 7 cores de pele, 22 cores de olhos e 24 tipos de cabelo.

Tá, tudo bem, mas o que isso muda? Será que eles não estão fazendo isso apenas porque as vendas caíram nos últimos anos? Pode ser. Mas é verdade que a gente também obtém vantagem com tudo isso. Imagina, uma descendente de japonês como eu vendo uma boneca parecida comigo? Com certeza eu teria comprado quando eu era menor. E as de cabelo colorido? Negras ou/e de cabelos cacheados? Quem disse que você não pode ser feliz com o cabelo e corpo que quiser? Quem disse que não pode ser feliz com sua altura ou tamanho de peito?

Não vou colocar imagens aqui, mas vocês podem conferir algumas nos links que recomendo serem lidos também abaixo. Garanto que vale a pena dar uma olhada, do tipo de fazer até eu querer comprar algumas.

RECOMENDO: 

Grandes mulheres

Garotas geeks

Ressalto da menina do vídeo: “É legal as pessoas serem diferentes” ❤

Vídeo emocionante + Social anxiety

Depois de ver esse vídeo numa sexta-feira à tarde, não pensei duas vezes em compartilhar nesse post. Social anxiety ou, como seria em português, ansiedade social não é muito comentada no nosso dia a dia e, por isso, acho que nem preciso dizer o quanto é válida a experiência de assistir esse vídeo. Para ser bem sincera com vocês, eu senti super a necessidade de uma abordagem maior sobre o assunto, junto com a fundação de grupos que possam de certa forma ajudar tais pessoas.

O link para o vídeo é esse (infelizmente, ele é em inglês, mas acredito que seja possível entendê-lo mesmo com um conhecimento mais básico na língua).

Mas, por favor, sem julgamentos, okay? Ao contrário do que muita gente pensa, é um caso sério esse tipo de comportamento, considerado realmente como uma doença, então pense bem antes de se pronunciar (seja aqui, nos comentários do vídeo ou em qualquer outro lugar).

Falando nisso, aqui vai uma pequena definição do que ela vem a ser:

Social anxiety is the fear of  interaction with other people that brings on self-consciousness, feelings of being negatively judged and evaluated, and, as a result, leads to avoidance.

Social anxiety is the fear of being judged and evaluated negatively by other people, leading to feelings of inadequacy, inferiority, embarrassment, humiliation, and depression.

Fonte

Em resumo (bem resumido mesmo), social anxiety é o medo de interagir com as pessoas e ser julgado constantemente de uma forma negativa, o que acaba provocando sentimentos de inadequação, inferioridade, vergonha, humilhação e depressão e fazendo com que aqueles que sofrem da doença “evitem” os outros.

A partir disso, resolvi pesquisar mais sobre o assunto e já adianto que fazer um post mais detalhado sobre o tema está nos meus planos, juntamente com outro falando sobre o canal dessa pessoa muito “humana” que é a Anastasjia.

Espero que esse vídeo tenha mudado (nem que um pouquinho) a visão de vocês diante da vida assim como mudou a minha.

Qual a sua opinião sobre mim?

Essa semana vi rolar pela minha timeline do facebook uma pequena brincadeira que consiste no seguinte: A pessoa faz um post no seu perfil e para aquelas que vão curtindo é dado um pequeno comentário acerca da opinião da primeira sobre esta, com o detalhe de que tudo é feito no anonimato.

Se você curtir esse post eu direi o que penso a seu respeito nos comentários sem te identificar.
Se curtir, não esqueça de clicar para receber notificações do post.

Eu confesso que fiquei meio hesitante na hora sobre o que deveria fazer, se deveria curtir ou não. Eu entendo todo o teor da brincadeira e tal, mas a primeira coisa que fiquei pensando foi que talvez eu não precisasse daquilo, digo, saber (mesmo que não diretamente) a opinião do outro sobre mim. Tudo bem, eu vi que a maioria das pessoas que entraram nessa não falaram (e provavelmente vão continuar não falando) mal das pessoas, mas aí fiquei pensando “E se isso acontecesse?”. Acho que só comprovaria que a opinião dos outros acerca de nós não é necessária na maioria dos casos.

O interessante é o quanto isso expressa na cara da gente que, às vezes, mesmo sem conhecer a pessoa, nós acabamos tendo uma pequena visão sobre como a gente acha que ela é, uma “breve primeira impressão” (e o fato de ser no facebook só facilita as coisas, vide o tanto de “amigos” que eu mesma tenho no meu perfil, mas que não travo – ou nunca travei – uma conversa sequer com a pessoa. É isso o que as redes sociais fazem, amiguinhos).

O resultado disso tudo? Eu continuo não curtindo (no sentido mecânico mesmo) esse tipo de post, mesmo duvidando muito que determinadas pessoas fossem falar algum ruim sobre mim independente de ser exatamente o que se passa na cabeça delas ou não. Além de servir (como disse antes) para reforçar o quanto o julgamento parece estar embutido dentro de nós, mesmo que de leve. O que não quer dizer que ele seja sempre aquele julgamento sem pensar, óbvio, podendo ser também aquele tipo necessário que a gente acaba usando muitas vezes para decidir com quem iremos nos relacionar ou não (como uma espécie de mecanismo de sobrevivência, sacou?).

Então é isso, desculpe pelo post gigante e boa semana (:

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